Category: Gestão e Negócios

  • Como calcular o custo de um produto no food service: guia para restaurantes, hamburguerias e lanchonetes

    Como calcular o custo de um produto no food service: guia para restaurantes, hamburguerias e lanchonetes

    Por que conhecer o custo é essencial?

    Vender muito não significa necessariamente lucrar. Sem conhecer o custo real de cada preparação, o operador pode definir preços abaixo do necessário ou perder margem sem perceber. O cálculo começa pela receita, mas precisa considerar o rendimento e todos os componentes que chegam ao cliente.

    1. Liste todos os ingredientes

    Comece pela ficha técnica. Registre cada ingrediente, unidade de compra, quantidade utilizada e preço pago. Se um produto é comprado em uma embalagem maior, transforme o valor da compra em custo por grama, mililitro ou unidade.

    2. Calcule o custo da receita

    Multiplique a quantidade utilizada de cada ingrediente pelo custo unitário correspondente. Depois, some todos os itens. O resultado é o custo direto da receita.

    Exemplo: se uma receita utiliza 2 kg de arroz comprado por R$ 5/kg, o custo desse ingrediente na preparação é R$ 10.

    3. Divida pelo rendimento

    Uma receita não deve ser analisada apenas pelo custo total. É necessário saber quanto ela produz.

    Se uma preparação custa R$ 80 e rende 40 porções, o custo da preparação por porção é R$ 2. Esse número pode entrar na composição da ficha técnica do produto vendido.

    4. Considere perdas e rendimento real

    O rendimento teórico nem sempre é o rendimento real. Limpeza, cocção, porcionamento e sobras podem alterar a quantidade disponível para venda.

    Por isso, acompanhe o processo e atualize a ficha técnica quando os resultados reais forem diferentes dos previstos.

    5. Não esqueça a embalagem

    No delivery, embalagem e descartáveis fazem parte do produto entregue ao cliente. Inclua esses itens no cálculo para entender o custo completo da venda.

    Esse cuidado é especialmente importante quando a embalagem tem valor relevante ou quando são utilizados vários descartáveis em um único pedido.

    6. Use a ficha técnica como ferramenta de gestão

    A ficha técnica não serve apenas para a cozinha. Ela ajuda compras, estoque, produção e gestão financeira a trabalharem com a mesma referência.

    Com informações padronizadas, fica mais fácil comparar fornecedores, identificar desperdícios, revisar preços e avaliar alterações no cardápio.

    Profissionais em cozinha conferindo planilha de receitas e insumos para controle de rendimento

    Conclusão

    Conhecer o custo de cada produto transforma a formação de preço em uma decisão baseada em dados. Para o operador de food service, isso significa mais controle sobre margem, compras e rentabilidade.

  • Como montar uma ficha técnica de alimentos: guia para padronizar receitas e controlar custos

    Como montar uma ficha técnica de alimentos: guia para padronizar receitas e controlar custos

    O que é uma ficha técnica?

    A ficha técnica é um registro padronizado de uma preparação. Ela reúne ingredientes, quantidades, modo de preparo, rendimento e informações necessárias para que a equipe consiga repetir o produto com consistência.

    Para o gestor, ela também é uma ferramenta de controle de custos e apoio à formação de preço.

    Quais informações incluir?

    Uma ficha técnica pode conter nome da preparação, ingredientes, unidade de medida, quantidade, custo unitário, custo total, rendimento, porcionamento e modo de preparo.

    Dependendo da operação, podem ser acrescentados equipamentos utilizados, tempo de produção, armazenamento e outras informações internas.

    Padronize as unidades

    Evite misturar medidas de forma desnecessária. Sempre que possível, trabalhe com unidades padronizadas, como gramas, quilogramas, mililitros e unidades.

    Isso facilita a compra, o cálculo e o treinamento da equipe.

    Calcule o custo por porção

    Depois de calcular o custo total da receita e conhecer seu rendimento real, divida o custo pelo número de porções. Esse valor é uma das bases para avaliar a rentabilidade do produto.

    Não se esqueça de considerar perdas e componentes que fazem parte da venda, incluindo embalagens e descartáveis quando aplicável.

    Use a ficha técnica para treinar a equipe

    Uma receita que depende apenas da memória de um funcionário é difícil de escalar. A ficha técnica transforma conhecimento individual em padrão operacional.

    Ela ajuda novos colaboradores a entender quantidades, sequência e porcionamento, reduzindo diferenças entre turnos.

    Revise sempre que houver mudança

    Preço de fornecedor, tamanho da embalagem, receita, rendimento ou porcionamento podem mudar. Sempre que uma dessas variáveis for alterada, a ficha técnica deve ser revisada.

    Esse hábito mantém os cálculos próximos da realidade da operação.

    Conclusão

    Uma ficha técnica bem construída aproxima cozinha, compras e gestão. Ela ajuda a transformar uma boa receita em um produto padronizado, mensurável e mais fácil de administrar.

  • Gerenciar o consumo e reduzir custos com papel no escritório

    Gerenciar o consumo e reduzir custos com papel no escritório

    O papel na rotina de suprimentos corporativos

    Mesmo em tempos de transformação digital, o papel sulfite A4 permanece como insumo essencial para a impressão de notas fiscais, contratos, ordens de serviço, romaneios de entrega e documentação contábil.

    Em empresas de médio e grande porte, a compra desordenada de pacotes avulsos de papel eleva os gastos operacionais da área de suprimentos.

    Gramatura e especificações técnicas: 75 g/m² vs. 90 g/m²

    Compreender a especificação técnica impede falhas de alimentação nas impressoras:

    • Sulfite 75 g/m²: Padrão de mercado para uso diário em impressões monocromáticas, rascunhos, faturamento e cópias em lote. Oferece o melhor equilíbrio de custo por folha.
    • Sulfite 90 g/m²: Indicado para propostas comerciais, impressões frente e verso densas e relatórios executivos, pois evita a transparência de tinta de um lado para o outro.

    Armazenamento correto para evitar atolamentos

    Armazenar resmas em locais úmidos ou em contato direto com o chão altera a umidade das fibras de celulose. Esse descuido faz com que as folhas grudem, gerando atolamentos frequentes e quebra de impressoras laser e jato de tinta.

    Conserve as resmas sempre dentro da embalagem plástica original até o momento exato da inserção na bandeja da impressora.

    Gestão de compras: comprando caixas fechadas

    A melhor prática de suprimentos é trabalhar com caixas fechadas (geralmente com 5 ou 10 resmas de 500 folhas). Isso barateia o frete unitário e confere poder de negociação de tabela de atacado corporativo.

    Crie um ponto de reposição no almoxarifado para solicitar novos lotes quando o estoque atingir a demanda mínima de segurança de 15 dias.

    Suprimentos de impressão na Queiroz

    A Queiroz fornece papel sulfite das principais marcas do país em grande escala para escritórios, escolas, clínicas e centros de distribuição, com condições exclusivas para faturamento corporativo.

    Conclusão

    O gerenciamento do papel sulfite une compra planejada em caixas fechadas no atacado e boas práticas de armazenagem. Essa padronização preserva o maquinário de impressão e mantém o custo operacional do escritório sob controle.